
Espasticidade
Espasticidade: o que é, causas, sintomas e os tratamentos mais eficazes
A espasticidade é uma condição neurológica que se caracteriza pelo aumento anormal do tônus muscular, tornando os músculos rígidos e dificultando os movimentos. Essa rigidez afeta diretamente a mobilidade, o conforto e a qualidade de vida do paciente. A boa notícia é que, com diagnóstico correto e acompanhamento especializado, é possível reduzir os sintomas e retomar a funcionalidade com segurança.
O que é espasticidade muscular?
Espasticidade é o nome dado a um distúrbio motor causado por lesões ou disfunções no sistema nervoso central, especialmente no córtex motor, tronco cerebral ou medula espinhal. O resultado é uma comunicação deficiente entre os nervos e os músculos, fazendo com que o músculo permaneça contraído involuntariamente.
A espasticidade não é uma doença em si, mas um sintoma comum de várias condições neurológicas.
Quais são as causas da espasticidade?
As principais doenças que causam espasticidade incluem:
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Acidente Vascular Cerebral (AVC)
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Paralisia cerebral
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Esclerose múltipla
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Traumatismo cranioencefálico (TCE)
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Lesões medulares
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Esclerose lateral amiotrófica (ELA)
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Doenças metabólicas e genéticas raras
Sintomas mais comuns da espasticidade
A intensidade da espasticidade varia de pessoa para pessoa. Os sinais mais frequentes são:
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Rigidez e tensão muscular constante
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Dificuldade para mover os braços ou pernas
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Espasmos involuntários
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Dor muscular
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Deformidades nas articulações
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Dificuldade para andar ou se manter em pé
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Cansaço ao realizar tarefas simples
Diagnóstico da espasticidade
O diagnóstico é clínico e baseado em uma avaliação neurológica completa. Pode incluir:
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Exames físicos e testes de mobilidade
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Análise da força e do tônus muscular
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Ressonância magnética ou tomografia (em alguns casos)
É fundamental contar com um neurocirurgião especializado em espasticidade, como o Dr. Ricardo Moscardi, que atua em São Paulo, para conduzir o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento.
Tratamentos para espasticidade
O tratamento deve ser individualizado e pode envolver uma combinação de abordagens:
✅ 1. Fisioterapia e reabilitação funcional
A fisioterapia é a base do tratamento da espasticidade. Ela melhora o alongamento muscular, reduz rigidez e ajuda na recuperação de movimentos.
✅ 2. Uso de medicamentos orais
Medicamentos como baclofeno, diazepam ou tizanidina podem ser prescritos para ajudar a controlar os espasmos.
✅ 3. Toxina botulínica
A aplicação de toxina botulínica é uma das terapias mais utilizadas atualmente. Ela age diretamente nos músculos espásticos, reduzindo a rigidez e proporcionando alívio temporário dos sintomas.
✅ 4. Bombas de infusão intratecal de baclofeno
Para casos mais graves, pode-se indicar o uso de uma bomba que libera baclofeno diretamente na medula espinhal, com maior eficácia e menos efeitos colaterais.
✅ 5. Cirurgia para espasticidade
Nos casos em que os outros tratamentos não trazem o controle necessário, pode ser indicada a neurocirurgia funcional. Procedimentos como a rizotomia seletiva dorsal ou o implante de sistemas neuromoduladores ajudam a controlar sinais nervosos anormais, proporcionando maior qualidade de vida.
Acompanhamento com neurocirurgião funcional em São Paulo
O Dr. Ricardo Moscardi é neurocirurgião funcional, com experiência em tratamentos avançados para espasticidade. O atendimento é focado na avaliação individualizada e multidisciplinar, com o objetivo de oferecer mais conforto, funcionalidade e independência ao paciente.
Agende uma avaliação especializada
Se você ou um familiar sofre com espasticidade pós-AVC, paralisia cerebral ou outras condições neurológicas, agende uma consulta com um especialista em espasticidade em São Paulo. Com o tratamento certo, é possível viver com mais autonomia e menos dor.



