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Quando o corpo dói, mas quem sofre é a vida inteira.
A dor deveria ser um sinal temporário, uma resposta natural do corpo para indicar que algo precisa de atenção. No entanto, quando ela persiste por semanas, meses ou anos, ultrapassa o limite físico e passa a atingir diversas dimensões da vida: o humor, o sono, a energia, a produtividade, as relações sociais e até a forma como a pessoa se enxerga. Essa é a realidade de quem convive com dor crônica e, especialmente, dor neuropática — um tipo de dor que nasce no próprio sistema
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Da primeira dor à vida de volta
Quase sempre a história da dor crônica começa com um episódio que parece simples: um incômodo nas costas, um formigamento no pé, uma dor que aparece ao final do dia. No início, a pessoa acredita que “vai passar”. Mas ela não passa. Ela se intensifica, muda de padrão, se espalha, ocupa espaços da vida que não deveria ocupar: o sono, o humor, o convívio, o trabalho. A dor, quando persiste, deixa de ser apenas um sintoma. Ela se torna uma doença do sistema nervoso. A ciência mod
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Inclusão também é cuidado: mais do que acessibilidade, é pertencimento
A paralisia cerebral é uma condição neurológica crônica que afeta o movimento, o tônus muscular e a postura. Mas ela também impacta e...
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A dor que começa no corpo, mas se espalha pela vida.
Você provavelmente conhece alguém que vive com dor todos os dias. Talvez seja você. E o que muitas pessoas ainda não sabem é que essa dor...
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Neurocirurgia Funcional: Tratamentos Modernos para Epilepsia
A epilepsia refratária ocorre quando o paciente não responde adequadamente a dois ou mais medicamentos antiepilépticos. Cerca de 30% dos...
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